Apresentação


À esquerda, as três sedes da Faculdade de Direito da UERJ: o antigo prédio da Associação Cristã dos Moços, à Rua Araújo Porto Alegre nº 26, na Esplanada do Castelo (1935-1943); o prédio da Rua do Catete 243 (1943-1976); e o campus da UERJ, no Maracanã (a partir de 1976).

 

 

 

O projeto "Faculdade de Direito da UERJ - 70 anos de história e memória" surgiu da oportunidade representada pela comemoração do septuagésimo aniversário da instituição, fundada a 11 de maio de 1935. O interesse despertado pela efeméride levou à elaboração de um projeto que procurou atuar em dois eixos: por um lado, recuperar, organizar e disponibilizar em meio digital o acervo documental e iconográfico da faculdade; por outro, ir além dos textos e imagens e dar vida à iniciativa através de depoimentos de pessoas cujas trajetórias se confundiram e se confundem com a da própria instituição.

Iniciados os trabalhos em março de 2005, avançou-se inicialmente na constituição de um banco de dados que estará disponível para consulta, na biblioteca, a partir de março de 2006. Centenas de livros, documentos, imagens e material de arquivo que se relacionam com a história da Faculdade foram arrolados e descritos e poderão assim se tornar úteis como fontes de pesquisa para os interessados - alunos, professores e funcionários. Ressalte-se, como fonte essencial, o trabalho pioneiro de Lopo Alegria, sempre útil e esclarecedor.

Os depoimentos foram colhidos a partir do critério de se traçar uma trajetória a partir da memória daqueles que viveram, em diferentes momentos, a Faculdade de Direito da UERJ. Alunos, professores, funcionários, ex-diretores, todos tiveram muito a dizer e a rememorar; e se o próprio caráter do projeto, submetido a contingências inerentes a cronogramas e orçamentos limitados, determinou que nem todos pudessem ser ouvidos, fica a certeza de que haverá outras oportunidades.

Infelizmente, por razões de saúde, alguns depoimentos não puderam ser realizados; lamentável, também, foi a perda do nosso querido diretor Celso Mello, cujo desaparecimento repentino impediu que pudéssemos tê-lo conosco. Resta o consolo de que a sua memória esteve presente em todas as etapas do projeto, do qual ele certamente gostaria de ter participado.

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